CONTEÚDO: Apresentação das leituras e discussão. Entrega do trabalho individual: síntese das leituras - short paper. Políticas de acesso e de uso de fontes de informação: do controle bibliográfico aos padrões internacionais: catálogos (Biblioteca Nacional), índices (Latindex), portais (CAPES e Prossiga) e outros.
OBJETIVOS:
1. Compartilhar as leituras dos participantes da disciplina: importância das políticas de acesso e uso.
2. Identificar as políticas nacionais e internacionais: IBICT, CAPES, Prossiga, Biblioteca Nacional, Biblioteca do Congresso dos EUA, Portal Europa.
3. Refletir aspectos teóricos sobre questões do controle bibliográfico e o uso de padrões internacionais no intercâmbio de dados.
4. Recursos acessiveis e disponíveis : práticas no uso de diferentes fontes de informação.
1 Apresentação das leituras e discussão
* qual a influência das políticas públicas de acesso e uso da informação registrada (indiferente o suporte átomos X bits ) na inclusão social e desenvolvimento econômico e uma nação?
* o que são políticas públicas de acesso e de uso de fontes de informação na sociedade brasileira , sob pontos de cidadania, cultura, educação e ciência?
* como são estabelecidos enlaces ?
* de que maneira podem ser acessadas as fontes de informação na cultura, educação, ciência e tecnologia?
* entender a diversidade de recursos informacionais no enlace de fontes de informação: SCIELO, Lattes, Teses e Dissertações.
* Identificar as políticas nacionais e internacionais: controle bibliográfico e científico
* quais as políticas nacionais e internacionais de controle bibliográfico?
2 Como e por que utilizar as fontes de informação
Arquivo Nacional - http://www.arquivonacional.gov.br/
* Biblioteca Nacional – http://www.bn.br/
* CNPQ - http://www.cnpq.br/
* FGV - http://www.fgv.br/
* IBICT – http://www.ibict.br/
* INPE - http://www.inpe.br/
* INPI - http://www.inpi.br/
* Latindex - http://www.latindex.unam.mx/http://loc.gov/
* Portal Europa – http://www.europa.eu.int/ Sociedade da Informação - http://www.europa.eu.int/pol/infso/index_pt.htm
* Library of Congress – http://www.loc.gov/
Portal do Conhecimento - http://www.bibliotecamultimidia.org.br/ Prossiga - http://www.prossiga.br/
* RNP http://www.rnp.br/
* Scielo – http://www.scielo.br/
* Socinfo - http://www.socinfo.org.br/
3 Refletir aspectos teóricos sobre os questões
* questões do controle bibliográfico e o uso de padrões internacionais no intercâmbio de dados.
* Estudos e diagnósticos : IFLA Digital Libraries: resources and projects http://www.ifla.org/II/diglib.htm
* Características dos padrões de intercâmbio: MARC - Library of Congress – http://loc.gov/marc
4 Recursos acessíveis e disponíveis : práticas no uso de diferentes fontes de informação - legislação
Nações Unidas - http://www.un.org/
OECD - http://www.oecd.org/
Ministério de Ciência e Tecnologia - http://www.mct.gov.br/legis
Senado Federal - http://www.senado.gov.br/
Imprensa Nacional - Diário Oficial da União - http://www.in.gov.br/
Jurisprudência - Supremo Tribunal de Justiça - http://www.stj.gov.br/SCON/index.jsp
Tribunal Superior Eleitoral - consulta - http://www.tse.gov.br/servicos/jurisprudencia/PesquisaNacional.html
Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina - http://www.alesc.sc.gov.br/alesc/index.php
Imprensa Oficial de Santa Catarina - http://www.diariooficial.sc.gov.br/
Camara Municipal de Florianópolis - http://www.cmf.sc.gov.br/
Prefeitura Municipal de Florianópolis - http://www.pmf.sc.gov.br/
Exemplo de legislação institucional : Reitoria da UFSC - http://www.reitoria.ufsc.br/
Atividade de leitura, análise, interpretação e síntese :
Kuhlthau's Model of the Stages of the Information Process. http://library.humboldt.edu/ic/general_competency/kuhlthau.html
REIS, Margarida Maria de Oliveira. Acesso e uso do Portal de Periódicos CAPES pelos professores da Universidade Federal do Acre. Florianópolis, 2005. 102f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2005. Disponível em http://geocities.yahoo.com.br/mdeoliveirareis/mareis.pdf
**Leitura de apoio **
BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia. Livro Branco da Ciência, Tecnologia e Inovação.Brasília, 2002. Disponível em:< http://www.cgee.org.br/arquivos/livro_branco_cti.pdf >.
JANUZZI, Celeste Aída. Informação tecnológica e para negócios no Brasil . Campinas : Alinea, 2002.
LINDOSO, Felipe. O Brasil pode ser um país de leitores? Política para a cultura / política para o livro. São Paulo : Summus, 2004. ISBN 8532308600
SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO NO BRASIL: Livro verde. Org. por Tadao Takahashi. Brasília : Ministério da Ciência e Tecnologia, 2000. Disponível em <http://www.socinfo.org.br/>
Em que somos bons? Estudos apontam 11 áreas do conhecimento em que a pesquisa brasileira brilha no mundo
Fabrício Marques http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=3149&bd=1&pg=1
[…]Planejar o futuro – A idéia de fazer o levantamento surgiu em 2004, quando o britânico David King, assessor científico do governo do Reino Unido, fez um estudo sobre o 1% de artigos mais citados do mundo entre 1993 e 2001 e publicou um artigo na revista Nature mostrando o ranking dos 31 países que produzem as pesquisas de maior repercussão no planeta. Nele, o Brasil aparece num honroso 23º lugar. O estudo mostrou que o país publicou 27.874 artigos na base Thomson ISI, entre 1993 e 1997 (0,84% do total), e 43.971 artigos de 1997 a 2001 (1,21% do total). Mas que estudos brasileiros eram esses? O ranking não se propunha a responder isso, razão pela qual Meneghini e Packer resolveram levantar os dados.
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Quem mais produz em saúde e biologia
A Universidade de São Paulo (USP) é líder na produção de artigos sobre saúde e biologia. Entre 2001 e 2003 publicou 5.696 artigos indexados na base do ISI (Instituto para Informação Científica, na sigla em inglês) e 6.368 na base Medline. A liderança está registrada num estudo publicado no Brazilian Journal of Medical and Biological Research, que apresentou um ranking das 20 universidades brasileiras mais produtivas neste campo, responsáveis por 78,7% dos cerca de 25 mil papers publicados entre 2001 e 2003. O principal autor do estudo é o jornalista Ricardo Zorzetto, editor interino de ciência de Pesquisa FAPESP e pesquisador no grupo de Jair Mari, professor do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A produção está concentrada em instituições da Região Sudeste. O segundo lugar ficou com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, com 2.476 artigos no ISI, e 2.318 na Medline, seguida pela Unifesp, USP de Ribeirão Preto e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Também figuram no ranking a Fundação Oswaldo Cruz, as universidades federais de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco, Santa Catarina, Bahia, Ceará e Pará, três unidades da Estadual Paulista (Unesp), a Estadual do Rio de Janeiro, o campus da Unicamp em Piracicaba e a Universidade de Brasília (UnB) ( http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=3149&bd=1&pg=2&lg=)
Fator de impacto, produção científica e qualidade das revistas médicas brasileiras. Mem. Inst. Oswaldo Cruz., Rio de Janeiro, v. 98, n. 3, 2003. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0074-02762003000300001&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 20 Abr 2007.
Nós brasileiros somos muito interessantes e criativos; melhoramos muito as nossas revistas, com corpo editorial rígido e financiamentos específicos das agências de fomento. Depois essas mesmas agências criam um critério (QUALIS), que não consideram as nossas revistas, exceto uma delas promovida por exceção, por não atingirem o fator de impacto mínimo exigido por elas, mesmo as indexadas no ISI. Em conseqüência, submetemos os nosso melhores trabalhos para revistas estrangeiras, de maior fator de impacto, prejudicando as nossas próprias revistas, esperando alcançar o QUALIS da Capes ou talvez "O Prêmio Nobel do Terceiro Mundo" por termos publicado em revistas do primeiro mundo. A ciência brasileira melhorou, mas a consciência de parte da comunidade científica não evoluiu no mesmo nível! QUO VADIS?





