Aula dia 05 de abril

CONTEÚDO: Apresentação das leituras e discussão. Entrega do trabalho individual: síntese das leituras - short paper. Políticas de acesso e de uso da informação. Recursos estratégicos, técnicos e operacionais nas fontes de informação.

OBJETIVOS:

Compartilhar as leituras dos participantes da disciplina.

Identificar as políticas nacionais e internacionais de acesso e uso da informação.

Refletir aspectos teóricos sobre questões da informação tecnológica.

Recursos estratégicos, técnicos e operacionais nas fontes de informação.

1 Apresentação das leituras e discussão:

o que são políticas de acesso e de uso da informação?

como as políticas de acesso e uso da informação afetam na qualidade de vida das pessoas?

por que acesso restrito ou livre acesso à informação?

quais as diferenças entre a accessibilidade e disponibilidade da informação?

2 Identificar as políticas nacionais e internacionais: OECD - ALA - IFLA - MEC

Leitura para resenha da aula de 5/4/2007:

BLATTMANN, Ursula. Normas técnicas: estudo sobre a recuperação e uso. Campinas, 1994. 128f.Dissertação (Mestrado) - Pontificia Universidade Catolica de Campinas. Departamento de Pos-Graduação em Biblioteconomia. Número de Chamada: CETD PUCCAMP 0010. Disponível em: < http://www.geocities.com/ublattmann/papers/ursula_puccamp.html >

CUNHA, Murilo Bastos. Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia. Brasília : Briquet Lemos, 2001.

JANNUZZI, Celeste Aída Sirotheau Corrêa. Informação tecnológica e para negócios no Brasil. Campinas: Alínea, 2002. 134p.

SILVA, José Fernando Modesto da, RAMOS, Lucia Maria S. V., NORONHA, Daisy Pires. Bases de dados. In: POBLACIÓN, Dinah A. (Dinah Aguiar); WITTER, Geraldina Porto; SILVA, Jose Fernando Modesto da. Comunicação & produção científica : contexto, indicadores e avaliação. São Paulo: Angellara, 2006. Cap. 10, p. 261-285.

SUGAHARA, Cibele Roberta; JANUZZI, Paulo de Martino Estudo do uso de fontes de informação para inovação tecnológica na indústria brasileira. Ciência da Informação, v. 34, n. 1, p. 45-56, jan. 2005.


Fontes de informação
BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia. Livro Branco da Ciência, Tecnologia e Inovação.Brasília, 2002. Disponível em: < http://www.cgee.org.br/arquivos/livro_branco_cti.pdf >

Domínio Público - MEC - http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp

Livre - http://livre.cnen.gov.br/CansultaPorArea.asp?CodigoArea=08.09

Plano Nacional do Livro e da Leitura - http://www.pnll.gov.br/

SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO NO BRASIL: Livro verde. Org. por Tadao Takahashi. Brasília : Ministério da Ciência e Tecnologia, 2000. Disponível em <http://www.socinfo.org.br/>

Portal Europa – Sociedade da Informação - http://www.europa.eu.int/pol/infso/index_pt.htm

Portal do Conhecimento - http://www.bibliotecamultimidia.org.br/

Observatório da Sociedade da Informação - Unesco - http://osi.unesco.org.br/

OCLC - http://www.oclc.org/


Recursos estratégicos, técnicos e operacionais nas fontes de informação.

  • acesso e usos de recursos informacionais: do impresso ao digital on-line
  • quais os recursos estratégicos, técnicos e operacionais implícitos na busca, no acesso e no uso da informação?
  • tipos de recursos informacionais: tecnologia versus conteúdos
  • por que o letramento - information literacy e importante na qualidade de vida?

http://www.acrl.org/ala/acrl/acrlstandards/informationliteracycompetency.htm

http://www.acrl.org/ala/acrl/acrlstandards/standards.pdf

Sites referentes as políticas em ciência, tecnologia e cultura:

Biblioteca Nacional – http://www.bn.br/

CNPQ - http://www.cnpq.br/

Comitê para a Democratização da Informática - http://www.cdisp.org.br/rede.htm

FGV - http://www.fgv.br/

IBICT – http://www.ibict.br/

INPE - http://www.inpe.br/

INPI - http://www.inpi.gov.br/

Information Sciences Institute (ISI) - http://www.isi.edu/

Latindex - http://www.latindex.unam.mx/

Library of Congress – http://loc.gov/

Ministério de Ciência e Tecnologia - http://www.mct.gov.br/ - http://www.mct.gov.br/legis/tecnologia_informacao.htm

Portal do Governo Federal - http://www.brasil.gov.br/

Observatório da Sociedade da Informação - Unesco - http://osi.unesco.org.br/

Portal Europa – Sociedade da Informação - http://www.europa.eu.int/pol/infso/index_pt.htm

Portal do Conhecimento - http://www.bibliotecamultimidia.org.br/

Portal de Periódicos Capes - http://www.periodicos.capes.gov.br/
Ministério da Cultura - http://www.cultura.gov.br/

Programa Sociedade da Informação SOCINFO - http://www.socinfo.org.br/

Rede Nacional de Ensino e Pesquisa - RNP - http://www.rnp.br/ RNP2 - http://www.rnp.br/backbone/index.php

Registro BR - http://www.registro.br/

Scielo – http://www.scielo.br/

Vivaleitura – http://www.vivaleitura.com.br
Fontes de Informação em Ciência e Tecnologia

Normas técnicas
Normas técnicas são documentos normatizados, isto é oferecem suporte à regulamentação técnica, facilitar o comércio e fornecer a base para melhorar a qualidade de processos, produtos e serviços.

A área de normalização no Sinmetro está sob a responsabilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT - http://www.abnt.org.br/ , que tem autoridade para credenciar Organismos de Normalização Setoriais - ONS - http://www.abnt.org.br/estrut_escopo_body.htm - para o desempenho dessas tarefas.

A ABNT é uma organização não governamental , mantida com recursos da contribuição dos seus associados e do Governo Federal pelo INMETRO - http://www.inmetro.gov.br/. Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - Inmetro - é uma autarquia federal, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que atua como Secretaria Executiva do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro), - http://www.inmetro.gov.br/inmetro/conmetro.asp colegiado interministerial, que é o órgão normativo do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Sinmetro).

O Sistema Nacional de Metrologia , Normalização, e Qualidade Industrial Sinmetro ( http://www.inmetro.gov.br/inmetro/sinmetro.asp?iacao=imprimir ) é um sistema brasileiro, constituído por entidades públicas e privadas, que exerce atividades relacionadas com metrologia, normalização, qualidade industrial e certificação de conformidade.

Comitê Nacional de Normalização CONMETRO - http://www.inmetro.gov.br/qualidade/comites/cbn.asp foi criado pela Resolução Conmetro nº 6, de 24 de agosto de 1992, com a missão de assessorar o Conmetro na área de normalização; promover a articulação institucional entre os setores privados e governamental na área de normalização; promover atividades de fomento à normalização; analisar e aprovar o planejamento do Sistema Brasileiro de Normalização, e ser o órgão de recorrência administrativa do Sistema Brasileiro de Normalização, antes do Conmetro. Pode-se realizar pesquisa de artigos do INMETRO EM - http://www.inmetro.gov.br/infotec/artigos/ . Consulte os documentos incorporados ao acervo são indexados e divulgados mensalmente através de referências no Boletim Inmetro Informação - http://www.inmetro.gov.br/infotec/boletimInfo.asp, publicado on-line desde maio de 1998. Para realizar pesquisas sobre normas da ABNT utilize - http://www.abntdigital.com.br/ basta digitar o título ou o número da norma.

ISO - International Organization for Standardization - http://www.iso.org/iso/en/ISOOnline.frontpage
A ISO é uma federação mundial, integrada por Organismos Nacionais de Normalização, contando com um representante por país. É uma organização não governamental, contando atualmente com 146 países como membros nacionais, dentre os quais a ABNT, do Brasil.
IEC - International Electrotechnical Commission
A IEC é uma federação mundial, integrada por Organismos Nacionais de Normalização, contando com um representante por país, atuando especificamente na normalização internacional no campo da eletricidade, eletrônica e telecomunicações.

Bases de dados e serviços Internacionais para normas técnicas
Document Center Inc.
Um serviço internacional de base de dados e fornecimento de cópia de normas técnicas.

Global Engineering Documents
Global, um serviço da Information Handling Service - IHS, é a mais completa fonte de obtenção de cópias de normas técnicas industriais, e normas governamentais e militares.
National Resource for Global Standards - NSSN
Base de dados gratuita para acesso a referências bibliográficas a mais de 225.000 normas aprovadas em todos os campos de atividade.

Normas.com
Um site que permite a busca e obtenção de normas técnicas mantido pela International Library Service, dos EUA.

Patentes
A publicação das patentes é uma parte essencial do processo de patentes. As especificações das patentes devem especificar todos os detalhes técnicos de como uma invenção funciona. Até hoje, mais de 37 milhões de patentes foram publicadas em todo o mundo e aproximadamente 1 milhão de novas patentes surgem a cada ano. Isto faz com que as patentes sejam a maior fonte de informações tecnológicas disponíveis. A maioria destas informações não podem ser obtidas em nenhuma outra fonte. As Patentes também fornecem informações comerciais úteis, que dão uma visão dos mercados que seus competidores estão desenvolvendo e quais países eles estão direcionando seus mercados principais ( http://www.tecpar.br/appi/Why%20Patents.html )

O número de patentes é internacionalmente considerado como um dos indicadores relevantes para se avaliar a capacidade do país transformar o conhecimento científico em produto ou resultado tecnológico. A despeito desse indicador possuir algumas limitações, tendo em vista que não há um comportamento homogêneo entre as empresas de diferentes setores de atividade econômica frente às patentes, permite uma aproximação razoável dos resultados da atividade inovativa de um país.

Patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, outorgados pelo Estado aos inventores, autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras de direitos sobre a criação. Em contrapartida, o inventor se obriga a revelar detalhadamente todo o conteúdo técnico da matéria protegida pela patente. Durante o prazo de vigência da patente, o titular tem o direito de excluir terceiros, sem sua prévia autorização, de atos relativos à matéria protegida, tais como fabricação, comercialização, importação, uso, venda, etc.

O sistema brasileiro contempla as seguintes formas de proteção para as criações no campo industrial: como patentes: a invenção, propriamente dita; e o certificado de adição de invenção e modelo de utilidade; como registro: o desenho industrial.

Ao iniciar um processo de patente, recomenda-se que faça primeiro uma busca de anterioridade. Essa busca pode ser: Busca Individual (realizada pelo interessado no Banco de Patentes INPI); busca Isolada (solicitada pelo interessado e realizada pelo corpo técnico do CEDIN - Centro de Documentação e Informação do INPI), pesquisa à base de patentes, no campo técnico relativo ao objeto do pedido e de acordo com a classificação Internacional de Patentes (para Patentes) e classificação Nacional (para Registros).
É imprescindível que seja o autor ou um dos autores a solicitar a busca por ter condições de definir tecnicamente os parâmetros para investigar por completo o assunto.
Através da Internet, em bancos de patentes nacionais ou internacionais, que são bancos de dados contendo grande número de patentes, na casa dos milhões.

Base de Dados Referenciais - CAPES
Informação Tecnológica - INPI - Consulta à Base de Pedidos de Patente e Desenho Industrial
Pedidos publicados a partir de 1992
Bases Gratuitas de Patentes Internacionais
Base de Patentes do INPI

Veja também as publicações periódicas do INPI: Download das Revistas de Marcas e Download das Revistas de Patentes

Consulta direta na Base de dados do INPI - http://www.inpi.gov.br/MarcaPatente/jsp/servimg/validamagic.jsp?BasePesquisa=Marcas


Leitura para próxima aula:

BLATTMANN, Ursula; FRAGOSO, Graça Maria (orgs.). O zapear a informação em bibliotecas e na Internet. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.

KUNSCH, Waldemar Luiz. O que é editar um texto? Estudos de Jornalismo e Relações Públicas, v. 3, p. 38-48, 2004.

Atenção: o atexto do Waldemar Kunsch está disponível em arquivos = files (clicar em OPTION depois em FILES, na aula do dia 12, logo abaixo do texto final

MEIS, Leopoldo de. Ciência, educação e o conflito humano-tecnológico. 2. ed. Ver. Ampl. São Paulo: SENAC, 2002.

WITTER, Geraldina Porto. Produção científica: escalas de avaliação. In: POBLACIÓN, Dinah A. (Dinah Aguiar); WITTER, Geraldina Porto; SILVA, Jose Fernando Modesto da. Comunicação & produção científica : contexto, indicadores e avaliação. São Paulo: Angellara, 2006. Cap. 11, p. 287-311.

Sites para apoio - normas técnicas e tabalhos acadêmicos

COMO FAZER REFERÊNCIAS: bibliográficas, eletrônicas e demais formas de documentos (NBR 6023), de Maria Bernardete Martins Alves e Susana Margareth Arruda http://www.bu.ufsc.br/design/principal.php?paginaPHP=framerefer.php

COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO (NBR 6022), de Maria Bernardete Martins Alves e Susana Margareth Arruda - http://www.bu.ufsc.br/design/ArtigoCientifico.pdf

Procedimentos para apresentação e normalização de trabalhos acadêmicos: estrutura do trabalho acadêmico (NBR 14724) - http://www.bu.ufsc.br/design/Estrutura.html

Procedimentos para apresentação e normalização de trabalhos acadêmicos: Apresentação Gráfica (NBR 14724) - http://www.bu.ufsc.br/design/Grafica.html

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